Ex-Governador Gerson Camata é assassinato em Vitória

O ex-senador e Governador foi assassinado quando saia de um restaurante na praia do canto em Vitória.

Gérson foi alvejado por disparos de arma de fogo, o Samu chegou a ser acionado, mas Camata não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Formado em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES),[1] tornou-se conhecido como radialista de algumas emissoras em Vitória, principalmente a partir de 1964 quando apresentou o noticioso policial “Ronda da Cidade” e posteriormente na TV Vitória onde chegou a diretor de jornalismo dos Diários Associados no Espírito Santo.

Sua vida pública teve início quando ingressou na legenda da ARENA ao se eleger vereador em Vitória em 1966. Com o retorno ao pluripartidarismo em 1980, Gerson Camata optou pelo PMDB, e foi eleito governador do Espírito Santo em 1982, com o apoio de uma dissidência do PDS comandada pelo ex-governador Élcio Álvares, atitude essa resultante de uma série de deserções havidas entre as forças políticas situacionistas no estado ao longo dos anos.

Após sua vitória, sofreu uma ameaça de processo com base na Lei de Segurança Nacional por ter supostamente chamado o presidente João Figueiredo de “general mentiroso” durante a campanha eleitoral, fato rechaçado. Já investido no cargo, conheceu a jovem Rita de Cássia Paste, que após o casamento passou a assinar Rita Camata.

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