Capixaba de 57 anos morto por Covid-19 era diácono e pode ter contaminado fiéis

Em entrevista ao jornal Tribuna Notícias no início da tarde desta sexta-feira (3), subsecretário de Vigilância em Saúde, Luiz Carlos Reblin, confirmou que o homem de 57 anos, morto por Síndrome Respiratória Aguda Grave, complicação gerada pelo coronavírus, era diácono em uma igreja na Serra e pode ter contaminado fiéis sem saber que estava com a doença. A vítima era obesa e hipertensa.

Ele estava com sintomas gripais desde o último dia 18 e deu entrada no Hospital Jayme Santos Neves no dia 23 de março, já com quadro respiratório grave.

Reblim afirmou, ainda, que pessoas da família e do ciclo de convivência da vítima estão sendo monitoradas pela Secretaria de Saúde do Estado.

O secretário pediu que a população reforce as medidas de higiene e que só saia de casa em extrema necessidade. “Os casos estão aumentando, e agora, já em transmissão comunitária. É uma situação grave que atinge todos os públicos, independente da idade ou fator de risco. Acho que todos já entenderam o meu recado”, disse.

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