Grupo paranaense arrenda área no Cais de Capuaba para movimentar granéis

Grupo paranaense arrenda área no Cais de Capuaba para movimentar granéis

Com 30 anos de experiência em logística portuária, o grupo paranaense FTSpar inicia um novo ciclo de expansão no Espírito Santo, com foco nas operações que já vem realizando em Vila Velha. A corporação – que desde o ano passado opera seis silos de malte com capacidade para 18 mil toneladas, no complexo portuário de Vila Velha – firmou novo contrato com a VPorts e passará a ocupar uma área de mais de 22 mil metros quadrados no Cais de Capuaba.
 
A atuação do Grupo FTSpar em Vila Velha envolve a movimentação e armazenagem de granéis sólidos, e também a exploração de novas modalidades de importação e exportação pelo complexo portuário canela-verde. O objetivo é promover maior integração do grupo aos demais portos onde já opera, de modo a alavancar suas atividades comerciais em todo o país.
 
“Esta parceria entre o Grupo FTSpar e a VPorts é um marco significativo para o desenvolvimento econômico de Vila Velha e do Estado. A ampliação das operações da empresa no Cais de Capuaba trará benefícios e criará mais oportunidades de negócios, abrirá novos mercados e oferecerá melhores soluções em infraestrutura logística. Tudo isso converge para aumentar cada vez mais a competitividade dos nossos portos e atrair novos investimentos para o município”, avalia o prefeito de Vila Velha Arnaldinho Borgo.
 
Para o Secretário de Desenvolvimento Econômico de Vila Velha, Everaldo Colodetti, este sétimo contrato privado de arrendamento firmado pela VPorts, ao longo de 18 meses de gestão, alinha os portos de Vila Velha diretamente às demandas atuais dos mercados nacional e internacional.
 
“Somando os investimentos do Grupo FTSpar com os planos da VPorts – de modernizar a infraestrutura portuária de Vila Velha – o ciclo virtuoso que consolida nosso complexo portuário como o mais eficiente hub logístico do Estado, ganha novo impulso, abre novas portas e segue em direção a um futuro ainda mais promissor”, afirma Colodetti.

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